Ronaldinho Gaúcho posta foto com líder homofóbico e recebe criticas de fãs

Brasileiro, que jogou para Paris Saint-Germain, Barcelona e Milão, posou com Ramzan Kadyrov, que liderou as perseguições contra pessoas LGBT na região.

Publicado em 17/07/2017 às 20:49

Gay1 Notícias
Ronaldinho Gaúcho posta foto com líder homofóbico da Chechénia e recebe criticas de fãs
Foto: Reprodução/FacebookRonaldinho Gaúcho com o Presidente da República da Chechénia, Ramzan Kadyrov.

O jogador Ronaldinho Gaúcho, que jogou para Paris Saint-Germain, Barcelona, Milão e a seleção brasileira, deixou muitos fãs tristes com uma publicação no Facebook. Em uma foto postada no última sábado, o brasileiro aparece feliz com Ramzan Kadyrov, o Presidente da República da Chechénia, que é acusado de promover a perseguição e incentivar agressões de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Ronaldinho visitou Grozni, Rússia, para apoiar o relançamento do clube de futebol da cidade. Não foi informando se o jogador recebeu para aparecer no evento.

O encontro ocorre no dia seguinte à afirmação de Kadyrov de que pessoas LGBT não podem ser consideradas normais e devem ser erradicadas para "purificar" o sangue da região durante questionamento pelos seus comentários homofóbicos em entrevista à HBO.

Nos comentários, fãs criticam a atitude do jogador brasileiro por promover o presidente da República da Chechénia. "É nojento que te tenhas deixado fotografar com este assassino. Não tens vergonha ou auto-Respeito. Quanto é que pagaste para arruinar a tua reputação?", comentou um seguidor na foto.

Em abril, a polícia do país foi acusada de prender LGBTs e manter um campo de concentração secreto para torturas e assassinatos. Na época, o presidente Ramzan Kadyrov definiu a denúncia como “uma absoluta mentira” e alegou que não há pessoas LGBT no país. “Não é possível prender ou perseguir pessoas que simplesmente não existem na nossa república”, disse. “Se existissem pessoas assim na Chechênia, as forças de ordem não teriam problema nenhum, porque seriam os próprios familiares a mandá-los para aquele lugar sem volta”, completou.

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